quinta-feira, 24 de maio de 2012

Pesquisa demonstra crescimento da Construção Civil, segundo Jornal do Commercio. A diferença entre indústria da construção civil e setor imobiliário residencial.

Pessoal, é impoortante eu repassar este dado para evitar erros de comunicação por parte da mídia.

Acesse o artigo do Jornal do Commercio em http://www.jcom.com.br/noticia/140796/Pesquisa_mostra_aumento_da_capacidade_de_operacao_na_industria_da_construcao

Pesquisa recente indica crescimento da capacidade de produção da Construção Civil, com aumento de 1,41% na contratação de mão-de-obra e crescimento acima do PIB para este ano.

Acesse também: http://www.jcom.com.br/noticia/140798/Construcao_civil_contrata_141_a_mais_em_abril_e_deve_crescer_mais_que_o_PIB_este_ano

Agora, vejam. Não há informações específicas sobre a construção de imóvies para residência. A informação é sobre construção civil e isso inclui hdrelétricas, usinas termelétricas, rodovias, obras públicas em geral.

Observe este trecho do primeiro artigo mencionado:

"Segundo a pesquisa, o crescimento do setor foi acompanhado pelo indicador de atividade em relação ao usual – ou seja, na comparação com a média do mesmo mês de anos anteriores. Enquanto o nível de atividade em relação ao usual em março registrou 48,5 pontos, apontando queda, em abril o indicador assinalou 49,9 pontos, mostrando que a atividade está igual ao habitual para o mês. De acordo com a metodologia da pesquisa, o indicador varia de 0 a 100 pontos, e valores acima de 50 pontos indicam crescimento.

A melhora da atividade não foi homogênea entre os portes de empresas, conforme a análise da CNI. Enquanto o nível de atividade nas grandes ficou acima do usual, com 52,4 pontos, as pequenas e médias empresas ficaram abaixo, com 46,6 e 47,7 pontos, respectivamente. Para a CNI, isso demonstra que o início de ano foi fraco para o setor e a recuperação observada em abril está sendo puxada pelas grandes empresas."


As obras por conta das Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, além de investimentos em infra-estrutura por todo o país, creio, somado a empreendimentos residenciais já contratados no meio da bolha imobiliária estão todos somados aí.

Isso não anula as informações sobre a tendência de ajuste de valores de imóveis residenciais, já confirmado recentemente por empresa de grande porte neste específico setor, pois a análise de conjuntura da indústria de construção civil não se confunde com a análise de conjuntura do mercado de imóveis residenciais. A bolha de preço está no mercado de imóveis residenciais.

Todos os parâmetros e fundamentos do Blog quqanto ao reajuste de valores de imóveis residenciais, continuam íntegros total e completamente.

abs

p.s.: Importante salientar que crescer acima do PIB com a previsão de baixa do PIB neste ano não é nada assim fantástico e o cresicmento do parque utilizado de 73% para 75% também não é fantástico, pois que somente parque utilizado acima de 80% indica necessidade de investimento para ampliação de parque industrial. Comento isso só para relativizar a informação da evolução da indústria de construção civil, se desconsiderar sua boa situação em relação às demais indústrias hoje. A previsão de crescimento da indústria em geral para esse ano é de 1,49%. Se o PIB crescerá entre 3% e 3,5% em 2012, um crescimento de 4% para a indústria de construção civil neste mesmo ano já estaria dentro do parâmetro informado nos dois artigos apontados. Não tenho o dado de crescimento previsto para a indústria de construção civil para este ano.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Como acabar com a corrupção? É simples, mas ninguém diz...

Pessoal, este é um tema importantíssimo. Todo mundo reclama da corrupção. Os jornais vivem bradando contra a corrupação, como o Senador Demóstenes sempre fez, mas o que realmente atacaria a corrupção?

É simples de ser dito e temos dinheiro no Brasil para fazê-lo, mas você não verá isso escrito em lugar nenhum nem defendido por político nenhum porque só a mídia e os políticos não querem o fim da corrupção que os favorece.

Só há um jeito de se combater a corrupção no curto prazo: investimento em infra-estrutura das Polícias Federais e Civis, contratação de mais policiais e com remuneração melhor. Da mesma forma precisaria aumentar número de Juízes e funcionários da Justiça ao mesmo nível do que existe na Europa. Hoje estamos defasados em quantidade de juízes e servidores públicos em mais de 300% em relação aos europeus. E da mesma forma deve se investir em infra-estrutura para o Ministério Público Estadual e Federal.

É isso o que combate a corrupção. Não é só jornal, pois a condenação por um Juiz não pode ocorrer só porque foi publicado algo em jornal. A polícia precisa fazer provas contundentes para que o Promotor de Justiça inicie a ação criminal e para que o Juiz condene. A solução é esta e não existe outra.

Mas a mídia diz que que isto seria aumento de gasto público e não investimento social. Assim, o político pode ficar falando genericamente contra a corrupção, mas apoiando a contenção de "gasto público". A mídia pode ficar bradando contra a corrupção, sem acabar com ela e suas lucrativas manchetes sobre o tema, o qual, sem o direcionamento correto de solução como aqui proposto, torna o tema infindável para várias manchetes, por toda a vida do jornal. E você, a maior vítima da corrupção, fica atônito, frustrado com a política e o Judiciário e descrente de tudo, comprando jornal e torcendo para que alguma informação boa apareça sobre a solução que nunca será apontada pela mídia ou pelos políticos.

A diferença entre a corrupção no Brasil e no estrangeiro são duas: (1)lá eles são mais eficientes e sutis, integrando o governo e os partidos de forma mais inteligente e tornando seus interesses política de Estado, principalmente nos EUA, como quando houve invasão do Iraque e o Vice-Presidente Dick Cheney foi um dos que mais lucrou com a atuação no Iraque de sua Empresa Hallyburton. Na Itália, Berlusconi chefiou o País por onze anos, na Rússia Putin nunca deixou o Poder de fato e no México,.. coitado desse País... generais, políticos e empresários estão mancumunados com as máfias e ele caminha para o caos social. E em segundo lugar, (2) na Europa e EUA há mais polícia técnica e juízes para julgar e condenar.

A solução de longo prazo é educação. Mas isto também demanda aumento do Estado, mais escolas, mais professores e mais salário de professores... Isso é gasto ou é investimento? E mais. Mesmo com mais educação, sem polícia, produção eficiente de provas e Juízes para condenar, não há efetivo combate à corrupção.

Qualquer outra coisa que digam para resolver a corrupção é pura historinha para boi dormir, senhores.

É isso. p.s. de 24/05/2012 - texto revisto.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Absurdo: Senador Paulista agride a cidadania brasileira

Senhores, no Jornal o Globo de domingo passado, dia 20/05/2012, na coluna "Panorama Político" do jornalista Ilmar Franco, foi publicado que o "senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), pretende dar direito a voto nas eleições municipais a todos os estrangeiros residentes no país, mesmo para aqueles que não tenham visto de permanência".

Gente, isso é o cúmulo do absurdo. Imaginem só se um projeto desses seria proposto nos EUA? E na Alemanha? E na França? Nem mesmo no país mais internacionalista do mundo, a Holanda, tenho conhecimento de que isso exista!! O senador justifica que se os portugueses podem participar de votações locais, o mesmo deveria se aplicar a lusófonos africanos e latino-americanos!! Uma coisa não justifica a outra, pelo amor de Deus! A única justificativa seria a existência de tratamento recíproco.. e olhe lá (dependendo de análise caso a caso)!

O que se passa na cabeça de um inominável desses para franquear a decisão dos rumos do País (ou das cidaes do País) a estrangeiros residentes, sejam eles de que procedência sejam? É o cúmulo da imbecilidade e é a evidência do desprestígio com que este Senador trata a cidadania brasileira.

Minha avó falecida há dois anos era portuguesa. Ela viveu uns 74 anos no Brasil, vindo para cá com 20 anos casada com meu avô paterno também português. Não posso assumir que todos os estrangeiros residentes são como meus avós. E mesmo que fossem, eles nunca se naturalizaram. Amavam o Brasil, mas nunca deixaram de ser portugueses.

O direito a voto é o mais honrado direito de cidadania e pressupõe seu afeto incondicional ao país, seu comprometimento com os interesses nacionais, e é bônus ou um direito (mas também dever) em função de você por exemplo poder ser chamado a lutar pelo país em hipótese de guerra.

Agora, como pode um Senador da República pretender dar o direito mais precioso do cidadão para alguém que não tem esse compromisso? E ainda, através deste ato, esbofeteia a cara de todo cidadão brasileiro que integra efetivamente a sociedade brasileira que tem esse bônus por ter os respectivos ônus e deveres com a Nação Brasileira, de por exemplo ir à guerra, o que seria inexigível de estrangeiro.

Cria, ainda, risco à soberania pois fraqueia a estrangeiro o poder de votar, decidindo os rumos políticos do País!! Mesmo em nível municipal!

A proposta deste Senador paulista do PSDB, Sr. Aloysio Nunes Ferreira, não pode ser visto como indulgência simples com portugueses residentes (situação especialíssima e com fundamento), desculpem-me. Ele vai muito além. Deve ser visto exatamente como é: sem exageros, deve ser, per si, entendido como crime de lesa-pátria, falta de decoro parlamentar (tratar direito político brasileiro como doce), e ser execrado e repudiado este ato no Congresso, no Senado e gerar medidas severas de punição partidária do PSDB e da Comissão de Ética do Congresso.

A cidadania brasileira deveria ser mais valorizada pelos representantes do povo e não tratado como bala a ser distribuída a qualquer um que resolva morar por essas terras.. Isso é o cúmulo do absurdo!!!

Veja o artigo em http://oglobo.globo.com/blogs/ilimar/posts/2012/05/20/a-coluna-panorama-politico-de-hoje-20-no-jornal-globo-445801.asp

p.s.: texto revisto e ampliado.

p.s. 2: Para vocês entenderemo perigo desta indulgência deste senador irresponsável, a Constituição da República garante direitos e garantias individuais indistintamente a brasileiros e estrangeiros. Direito a voto é direito político e não direito ou garantia individual, mas se for aprovada essa irresponsabilidade estrangeiros residentes de qualquer etnia ou origem poderão questionar a exclusão, o tratamento anti-isonômico com base na origem, etnia ou raça. E depois pode-se partir para questionar a limitação de esfera governamental: porque somente para eleições locais? Por que não regionais? A interpretação do STF será restritiva, creio, mas para quÊ criar o problema e o risco? A troco de quê? Nada? E a favor de quem? Países que não podem garantir mesmo nível de vida de brasileiros lá em relação à garantida a seus cidadãos no Brasil? A medida do Senador Aloysio é estapafúrdia, ridícula,sem sentido e só se justifica, a meu ver, caso tenha interesse em abrir a política e direitos políticos a estrangeiros, contra interesse nacional. É minha opinião.

domingo, 20 de maio de 2012

"Morar Bem" confirma queda de valores de imóveis e reajuste entre 25% e 30% durante o ano de 2012

O Blog Perspectiva Crítica traz a você trechos do artigo "Freio nas expectativas - ritmo de vendas já não se sustenta, e Rio registra queda de preço de imóveis usados", publicado hoje, 20/05/2012, no caderno "Morar Bem" do Jornal O Globo, que confirma a queda de valores nos imóveis usados e previsão de queda de valores imobiliários entre 25% e 30% durante 2012.

"Na Zona Sul, os preços dos usados não estavam se sustentando, e a velocidade de vendas caiu. Os proprietários começam, portanto, a aceitar propostas e conceder descontos. Eu acredito que o valor dos imóveis vão sofrer um ajuste de 25% a 30% para baixo ao longo de 2012", opinou Rubem Vasconcelos, presidente da imobiliária Patrimóvel, no mencionado artigo assinado pela jornalista Luciana Calaza.

Senhores, isto foi apregoado pelo nosso Blog há mais de um ano e meio. O crescimento desordenado de valores, puxados por especulação e investimentos imobiliários por estrangeiros, desde 2008, com fuga de capital da Europa e EUA de sistemas financeiros colapsados em busca de retornos maiores e mais rápidos, gerou valores imobiliáios no Brasil superiores a Londres, Tókio, Nova York e Paris, mesmo com renda de brasileiro inferior à dos cidadãos desses países em até cinco vezes.

Nós fomos precisos em informar uma desvalorização que ocorreira a partir do fim de 2011 até no máximo junho de 2013 em valores entre 30% e 40%. Fomos enfáticos em nossas publicações de que 2012 seria o ano de correção e, portanto, estouro da bolha. Que a bolha seria de preços e não de crédito. E afirmamos que quem tivesse comprado antes do ajuste veria o vizinho comprar um imóvel idêntico ao seu por valor bem menor.

A publicação do Wall Street Journal, de 11/04/2012, informando que os imóveis no Brasil estavam supervalorizados em 50% e agora esta informação, vinda diretamente de uma grande imobiliária que só daria esta informação com a consolidação deste movimento de queda, coroam o trabalho de informação de alto nível que este Blog presta a você.

Agora, é aguardar a confirmação final dos fatos, durante o transcorrer deste ano de 2012. O melhor período para compra de imóveis pode estar se aproximando. Este período iniciar-se-ia somente a partir do final deste ano e durante o primeiro semestre de 2013, durante o período final de desvalorização imobiliária, em uma análise preliminar. Primeiro temos de confirmar a generalização de queda de valores imobiliários, o que, se eu já achava certa, com a declaração do Presidente da Patrimóvel se demonstra aparentemente inexorável.

Um abraço do seu amigo,

Mário César Pacheco p.s.: texto revisto.

sábado, 19 de maio de 2012

Análise da crise na Europa, o saque de dinheiro na Grécia e Espanha e o reflexos no Brasil, inclusive mercado imobiliário

Pessoal, os recentes fatos espanhóis e gregos são muito graves. Em complemento ao artigo anterior sobre análise da economia interna e externa de maio de 2012, convém uma abordagem mais específica sobre a crise na Europa e uma avaliação do potencial de influência destes fatos sobre a economia e o mercado imobiliário brasileiros.

O quarto maior banco espanhol, o Bankia, foi nacionalizado. Isto aconteceu, naturalmente, porque havia risco de desequilíbrio contábil, ou seja, risco de quebra. Não há muita informação publicada sobre os motivos da estatização do Bankia, mas é óbvio que foi problema com sua liquidez e sustentabilidade. Não se falou de mera intervenção temporária estatal, o que pode acontecer também no Brasil, na hipótese de um desajuste grave nas contas ou infração a níveis contábeis exigidos de segurança da higidez e liquidez bancária. "Nacionalização" é termo eufemístico que quer dizer estatização. E estatização em sociedades maduras só ocorre por risco de quebra.

Então senhores, todo o esforço e negociações feitos na Europa até aqui não está impedindo o risco de quebra de bancos europeus. Dezesseis bancos espanhóis acabaram de ser rebaixados pela Moodys. Mesmo com calote grego de 50% de sua dívida acordado e aceito por 97% dos credores, a Grécia não consegue ir mais fundo nas condições acordadas que previam mais austeridade. A França elegeu o candidato que defendia menos austeridade e mais crescimento e emprego. Vários países europeus que apoiavam a austeridade tiveram eleitos os partidos de oposição para a Presidência. A região mais populosa da Alemanha elegeu a oposição em recente sufrágio regional.

Mas o pior de tudo: iniciaram-se movimentos de saques em bancos espanhóis e gregos. Se isso se intensificar, senhores, é o início do caos na Europa. Nenhum banco em nenhum país em todo o mundo pode aguentar saque em massa de dinheiro. Por quê? Porque a atividade bancária pressupõe a multiplicação dos valores depositados. Desde o início da atividade bancária, através de depósito de ouro com ourives na Europa, o cerne da atividade reside em emprestar algumas vezes o valor que historicamente fica depositado sem ser retirado das contas individuais.

A soma dos totais de operações de saques e depósitos sempre deixam uma margem histórica de valores que sempre se encontram à disposição do depositário, ou seja, do banco. Com base nessa estatística o antigo ourives e hoje os bancos, emprestam valores a terceiros contando com a existência e perenidade desses valores excedentes em contas para fechar as operações de empréstimo. Isso é o organograma simples das operações bancárias, lógico. Então senhores, vocês já entenderam, né? Nenhum banco tem todo o dinheiro depositado pelos correntistas, pois emprestaram várias vezes o valor que remanesce da soma das operações de saques e depósitos e precisam destes valores para fechar suas operações diariamente. O que mantém um banco de pé é sua confiabilidade no mercado em que atua, confiança de credores e dos clientes poupadores.

Bem, um banco confiável não é estatizado. Um banco com contas em ordem não é estatizado. Ao menos em países civilizados. Sendo assim, os espanhóis sacam seus valores por medo de quebra do Banco Bankia espanhol, recém estatizado, e os gregos sacam indiscriminadamente com o objetivo de ter euros em casa, no caso de a Grécia sair da Zona do Euro e voltar a ter dracmas no lugar de euro como moeda, o que significaria que todo o dinheiro em euros de poupadores se transformariam em dracmas. Ou seja, as poupanças em euro hoje podem perder até 70% de seu valor no mesmo dia da saída da Grécia da Zona do Euro!!!

Senhores, a situação é gravíssima. Se não resgaterem credibilidade de seus povos e os sistemas financeiros ruírem na Espanha e Grécia, o Euro ficará seriamente abalado. Mas a Grécia também tem essa importância? Sim. Não pela sua economia, mas pelo princípio. Pois o calote grego foi negociado com a perspectiva de pagamento do valor negociado, e com a garantia de manutenção de economia grega em euro. Se isso puder ser quebrado, esses pressopostos podem não mais se aplicar aos países da Zona do Euro que precisem de ajuda financeira. E sem confiança neste projeto financeiro continetal, o EURO, ficará difícil fazer pactos e negócios com base no pressuposto de uma região unificada em torno da moeda comum. Esmaecendo sua imagem e seu poder de calcar políticas de financiamento entre países ou tomada de empréstimos de bancos privados, que passarão a contar com a hipótese de não receber em euros, a confiabilidade da existência e uso da moeda pelos países de economia mais fracas da Zona do Euro, pode gerar uma perda de confiabilidade na moeda com poucas possibilidades de reversão. Isso seria o fim do EURO.

Bem, ainda não acredito no fim do Euro, ainda. A tomada de nova postura pelos novos governos europeus podem salvar o Euro. Como as sociedades não estão conseguindo suportar a política de austerida e seus reflexos em desemprego e falta de crescimento, talvez a adoção de políticas keynesianas, sugeridas inclusive pela Presidente Dilma aos europeus e apoiadas pelo Blog, podem gerar crescimento econômico, diminuição de desemprego e... inflação, claro. Mas a volta e o foco no crescimento econômico pode gerar divisas para todos os países do Euro pagarem suas dívidas públicas.

E como isso se reflete no Brasil? A Europa resolveu tudo de uma forma pior do que nós no Brasil fizemos. Lá não houve responsabilização civil ou criminal dos banqueiros que faliram o sistema financeiro europeu com o uso dos títulos subprime. Agora, com esta situação caótica, as famílias européias estão com menos dinheiro (e muitas sem emprego) e não podem consumir. Assim, China, EUA, o Brasil e todo o mundo não podem mais contar com o mesmo nivel de consumo europeu. O mesmo acontece com os EUA, que não consomem mais da mesma maneira. E China, Brasil e todo o mundo crescerá menos.

Isso tem um lado positivo para o Brasil que é menos pressão inflacionária (que deve ser avaliada com evolução das commodities, safras agrícolas e evolução do câmbio, hoje também deflacionárias, mesmo a evolução autal do câmbio ainda não apresentou potencial inflacionário significativo). Mas isso demanda que ativemos o consumo interno. Esta configuração de fatos nos possibilita descer mais o juros Selic e pressionar mais por baixa de juros bancário. Isto possibilita também a Dilma promover o resgate de dívidas de campanha com os servidores, pois melhorar a remuneraçãode servidores públicos (e respeitar a correção constitucional anual e a autonima dos Poderes da República em gerir seus orçamentos constitucionais), além de resgatar sua dívida com estes setores, gira a economia e estimula uma parte importante do mercado interno. Também é o momento de investir em obras de infra-estrutura, criar obras e serviços públicos e não somente focar na diminuição infinita da relação dívida/pib. Não há necessidade de uma relação dívida/pib inferior a 30%. Estamos em 36% e a meta do governo é fechar 2014 com 30%.

O Banco Central e o Governo têm hoje à disposição muitas possibilidades para estimular o mercado nacional (afrouxamento de depósitos compulsórios, medidas macroprudenciais, contratação de obras públicas e servidores públicos, promoção de desonerações tributárias setoriais, etc..). O governo está, hoje, totalmente a cavaleiro. Mas se não tomar medidas e ficar meramente reativo com o que vier de fora, pode perder algumas oportunidades, mesmo que na situação atual esteja muito difícil perder o rumo. O Brasil terá agora a oportunidade de ouro para diminuir diferença de nivel de vida com os europeus, até porque o nível deles baixará. Baixará, é bom que se diga, porque havia uma insustentabilidade na riqueza européia e americana recente que contava com o subsídio de títulos calcados em valores inexistentes (os títulos sub-prime e instituições financeiras até três vezes mais alavancadas do que as brasieliras). Eles baixarão um pouco o nível e nós podemos aumentar o nosso. Avanço em obras de infra-estrutura, investimento em prestação maciço de serviço público de qualidade e em quantidade para toda a população. Creches públicas, escolas públicas, universidades Públicas, hospitais públicos e funcionários bem pagos em todos os setores públicos garantirão aumento de nível de vida do brasileiro. O momento é esse.

Quanto ao mercado imobiliário, que é um mercado acompanhado pelo Blog, vejo nesse momento uma situação interessante.

Caos econômico eleva dólar, ouro e mercado de bens reais, em especial imóveis. Isto porque em situação de perda de confiança financeira, os investimentos migram para esses bens de investimento e saem de bolsas de valores, títulos de dívida pública de países da alto risco, por exemplo. Agora, vejam, a crise financeira já existe desde 2008. Os fundos trilionários que existem no mundo já se posicionaram de forma defensiva durante esses quatro anos. Não leio mais nenhum movimento brusco de grandes valores. Vocês lembram quando George Soros vendeu toda a sua posição na Petrobrás de uma vez? Pois, é.. não há mais notícias dessas. Não sei se haverá, pois todos já tomaram posições defensivas.

Assim, o mercado brasileiro de imóveis como fuga para o risco de caos econômico e financeiro na Europa não é impossível e geraria uma nova onda de valorização de imóveis aqui, se ocorresse. Mas não acho provável nem possível que isso ocorra por alguns motivos: já houve grande movimentação defensiva nos últimos quatro anos pelos fundos estrangeiros, os valores de imóveis no Brasil estão altos se comparados com imóveis europeus e americanos, e está praticamente impossível levantar dinheiro para investimentos nos EUA e Europa, onde há baixo crescimento ou recessão e alto nível de desemprego histórico. Não vejo, assim, horizonte de pressão externa sobre valores de imóveis brasileiros significativa.

Por outro lado, a queda do PIB brasileiro para este ano é quase inexorável. Dificilmente o PIB ficará acima de 3,5% e por mais que se baixem juros selic ou bancários, a família brasileira continua com endividamento relativamente alto e com contratações de bens de altos valores muito recentes (carros e imóveis), não havendo no prazo de três a cinco anos, horizonte de grandes capacidades de alto consumo, ao meu ver. Baixar juros alivia e estimula o consumo. É o que se pode e se tem que fazer. Não há dúvida. Mas o brasileiro está melhor informado e os bancos estão responsáveis na concessão de empréstimo (graças a Deus) e não vejo grandes pressões internas por compras de imóveis e carros, por exemplo.

Portanto, não vejo alteração para a tendência de ajuste no mercado imobiliário brasileiro, mesmo com a piora da crise na Europa.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O eclipse da Revista Veja: interesses empresariais, políticos e enaltecimento da eugenia

Pessoal, gravíssima a reportagem sobre o envolvimento de um grande executivo da Revista Veja com o bicheiro Cachoeira! Estarrecedor o nível de proximidadde, autonomia e liberdde de atuação de Cachoeira em relação à escolha de matérias e de local/espaço de publicação na Revista através do jornalista Policarpo, segundo a clara matéria jornalística que está acessível em http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xqlimj0oxK8

Que a Revista Veja tinha postura contra o Governo Federal, desde Lula até hoje, isso era claro,.. mas não há nenhum problema se esta perseguição é feita de forma leal, honesta, expondo podres do governo federal. Mas a matéria cujo acesso está amplamente disponível no youtube, que chegou nesse momento a mim por email de um grande amiga (Valeu Cris!!!), é gravíssima e denuncia que Cachoeira tinha liberdade para plantar informações que eram publicadas como verdades jornalísticas!! Isso é o cúmulo do absurdo!!

Algumas coisas já vinham chamando a minha atenção par a atuação desprestigiosa desta Revista. Observem dois casos: (A)manchete contra o Colégio de São Bento e (B)recente manchete sobre "Eugenia", enunciando que pessoas mais altas são uma evolução natural do ser humano, com mais chances de ser mais "saudável" e de "ter mais sucesso" na vida.

Em relação ao Colégio de São Bento, em 2011 houve matéria de capa da Veja Rio, enaltecendo uma mãe que teria tido seu filho de seis anos "espancado" por garotos de 14 anos. Após resposta via email à sociedade do Colégio de São Bento, desmentindo tal versão publicada, através de duas notas que, até onde sei, não foram publicadas na Revista Veja, e após centenas de mensagens de apoio a esta secular instituição, principalmente de ex-alunos, alunos e seus pais (notas ests divulgadas neste Blog), terminou sendo descoberto que a Editora Abril tinha comprado a rede de ensino PH.

Bem, se uma empresa de comunicação compra uma empresa que explora comercialmente atividade educativa e se esta instituição privada tem como clientes-alvos crianças e adolescentes do mesmo extrato social que aqueles que muitas vezes escolhem o Colégio São Bento para estudar, parece que a neutralidde informativa termina em questionamento ou em xeque, não? A credibilidade d Revista em relação a esta publicação fica em xeque, não?

Em outro caso esquisito, recentemente a revista publicou em capa nacional que pessoas mais altas são resultado de uma "evolução tecno-física" que estaria chegando ao brasileiro e mesmo na capa enunciava que pessoas mais altas são "mais saudáveis e tendentes a ter mais sucesso na vida"!!! A imagem que acompanhava esta mensagem era de um homem adulto branco de olhos claros, alto e magro, em contraste com um homem adulto, baixo, evidentemente fora de seu peso ideal, calvo e de olhos castanhos.

Quando eu tive chamada a minha atenção para esta manchete (eu nem me preocupei em ler o conteúdo do artigo), eu demorei a crer o que via e depois só pude concluir pela total falta de direção da revista. Senhores, este tipo de cracterização não ganha tal notoriedade desta forma desde a adoção pela medicina da tese do médico itliano Lombroso sobre a relação entre forma física humana e a propensão ao crime!! Esta técnica foi muito difundida e estudada principalmente por nazistas.

Quem disse que obesos não podem ter sucesso? O prícipe Sidarta, conhecido como Buda, é mais conhecido pela sua representação sentado em postura de meditação e na condição de uma pessoa fora de seu peso. Mas este é um dos seres mais impressionantes que já andou pela Terra e sua filosofia é seguida por milhões e centenhas de milhões de seres humanos.

Quanto a homens baixos (apesar de o artigo atacar mulheres baixas também... imaginem as nossas ginastas olímpicas!!), Gengis Khan pode não ter tido mais de 1,30m e foi responsável pela conquista do maior império do planeta. Alexandre, o Grande, pode não ter tido mais do que 1,40m e foi responsável pela conquista do segundo maior império do planeta, contra Dario, de informados 2,0 metros de altura. Al Pacino, Jean Claude Van Damme, Daiane dos Santos, Romário, Messi, Stenio Garcia, Getúlio Vargas, Napoleão Bonaparte, Noel Rosa, Santos Dumont são exemplos de pessoas de baixa estatura.. É o cúmulo do ridículo relacionar altura a saúde e sucesso... mas isto não é propriamente novidade... nazistas já fizeram correlações desta natureza.

Aquela publicação pode muito bem vir a ser seguida de outras em que "brancos são mais saudáveis ou mais inteligentes do que negros" e da que "pessoas de olhos azuis e louras têm mais possibilidade de sucesso do que pessoas de cabelos escuros e olhos escuros" ou de que "mulheres mais altas têm mais chances de serem princesas do que mulheres mais baixas" (quanto a isto, gostria que vocês pesuisassem as mulheres de Sean Connery e do ator de cabelo escuro e olhos azuis que fez o Jmes Bond) ou qualquer outra relação rídicula em que se possa encontrar um representante de cada grupo de pessoas que se contrapõe e generalizar como sendo uma regra, enaltecendo um grupo e discriminando o outro. Foi ridículo, de mal gosto, discriminatório, segregador e indicativo de nada mais ter o que publicar que pudesse acrescer à sociedade brasileira.

Agora, a despeito deste tipo de coisa já não demonstrar bons caminhos escolhidos pela Direção da Revista Veja e da Editor Abril, outrora veículo e empresa de mídia altamente responsáveis e respeitáveis, a divulgada relação promíscua entre um contraventor de envergadura nacional e a direção ou jornalistas executivos de peso da Revista Veja, com poder de influenciar em publicações apresentadas como "verdades jornalísticas" para todo o País, é a evidência de que a Revista Veja, como conhecíamos, acabou.

Que crédito poderá ter esta Revista depois destes exempos de perda de direção ética e filosófica? De que credibilidade poderá gozar daqui para frente?

Fico triste de anunciar o que entendo ser mais do que um entardecer deste veículo de comunicação... acredito estarmos diante do eclipse total da Revista Veja. Agora, se é um eclipse em que em seguida o astro eclipsado retorna brilhante ao cosmos... só o tempo dirá. Acho difícil, pois parece que as regras do universo estelar é, neste tocante, mais generoso e poético para as estrelas do que o universo jornalístico e social é para as empresas jornalísticas.

Nenhum brasileiro pode deixar de acessar: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=xqlimj0oxK8

domingo, 13 de maio de 2012

Análise Econômica Interna e Externa - maio de 2012

A situação é de total e absoluto controle. Controle de câmbio, controle inflacionário, controle orçamentário, com produção de postos de trabalho ainda positivos, porém em ritmo bem menor. A atividade econômica esfriou e a previsão é de crescimento do PIB em tonro de 3,5%, apesar de o governo focar em 4,5%. É possível aumentar o PIB (e produção de emprego)desse ano se continuarem medidas de estímulo ao consumo e ao crédito, em especial pelas medidas de diminuição de juros bancários e selic.

A produção de empregos já chegou à média de 250 mil mensais no governo Lula (período 2002-2010). O PIB chegou a crescimento de 7,5% em 2010. Neste cenário, o juros Selic, pressionado pelo lobby financeiro chegou a 12,25%, nunca tendo a inflação ultrapassado o teto da meta anual de 6,5%, incluindo os últimos dezoito meses do Governo Dilma. A remuneração de juros básicos em 12,25% atraiu muitos dólares artificilmente ao Brasil baixando o dólar aos menores patamares hitóricos R$1,50, fato que, por sua vez, começou a quebrar nossa venda externa, facilitar importação e diminuir a participação de nossa indústria nacional do mercado nacional, ao mesmo passo em que com tais juros altos as instituiçoes financeiras se enriqueciam e a dívida pública mantinha-se pressionada. O resultado recente foi queda do PIB de 7,5% em 2010 para 3,5% em 2011 e produção de emprego atuais em não mai de 130 mil vagas por mês.

Com o esfriamento da economia mundial, finalmente nossa economia conseguiu a oportunidade de baixar a Selic, contra o lobby financeiro. A queda do juros Selic aos atuais 9% ao ano, aliado ao aumento de IOF para operações de arbitragem de juros (estrangeiros e brasileiros pegavam dinheiro no exterior a baixo juros e aplicavam em títulos públicos brasileiros que pagavam muito e simplesmente embolsavam essa diferença, baixando o dólar artificialmente no Brasil), acompanhado ainda de política de compra constante de dólares no mercado à vista pelo Banco Central, gerou a apreciação do dólar e trouxe o patamar do real a valores mais compatíveis com a normalidade do ambiente econômico favorável à venda de produtos brasileiros e desestímulo a importações de bens de consumo.

Essas medidas poderiam ser inflacionárias, caso a família brasileira não estivesse já endividada. Na verdade a apreciação do dólar gerou impacto inflacionário no IGPM, que teve última sondagem em abril/2012 indicando aumento de 0,89%. Como a meta para IPCA e IGPM deveria ser de 0,45% o setor financeiro está dizendo que as medidas boas de baixa de juros selic e bancários está gerando inflação. Mas isto é mentira, pois o aumento do dólar gerou aumento imediato do IGPM (em cuja composição a oscilação do dólar pode ter efeito de até 66%), mas com a manutenção da oscilação do dólar entre 1,90 e no máximo 2,20, em caso de a Selic descer de 8,5% (possível somente após medida governamental de alteração de remuneração da poupança - outro gol de placa do governo), haverá pequena faixa de oscilação e apreciação do dólar, o que significa que o reflexo no IGPM diminuirá de novo e estabilizará.

Nâo é por outro motivo que as negociações de mercado de juros futuros encontram-se decrescentes (negociando a perspectiva de queda de juros no futuro), assim como as previsões de juros IPCA não ultrapassam a meta inflacionária nem para este ano (previsão de 4,5%) nem para o ano que vem (previsão de IPCA em 5,12%).

Portanto, a "pressão inflacionária" apontada no momento e que repercutiu mais no IGPM do que no IPCA, vem da apreciação do dólar, causado pela atuação responsável do Banco Central em baixar juros selic, diminuindo a dívida pública, ao mesmo tempo em que estimula a economia que esfriou e enseja previsão de crescimento do PIB de menos de 3% este ano de 2012, contra 3,5% ano de 2011 e contra 7,5% do ano de 2010. Correta a atuação do Banco Central, portanto. Também correta a atuação em mercado à vista para enxugar dólares que ainda vinham artficialmente para titulos da dívida pública através de arbitragem. O combate do governo e do Banco Central à arbitragem de juros se deu corretamente e eficientemente através de leilões no mercado à vista e através de aumento do IOF sobre estas operações.

Com isso, cria-se a possibilidade de diminuição da dívida pública por pagamento de menos juros selic, ambiente de desetímulo à compra de importados e de estímulo à venda de produtos brasileiros no Brasil e no exterior, ajudando a aumentar o PIB e a oferta de empregos.

E tudo isto está sendo feito sem crescimento de dívida pública, a qual continua apresentando decréscimo, se visualizada a relação dívida/pib brasileira que hoje já está abaixo de 36% do PIB, enquanto EUA, Japão e Europa estão acima de 90% em média (Japão segue recordista com 220% de relação dívida/PIB).

A luta do governo pela baixa de juros bancários através de competição induzida pela baixa agressiva dos juros cobrados pelos bancos públicos está colocando em pane o lobby financeiro, mas como o governo já está executando e está decidido (graças a Deus), os privados estão sendo obrigados a baixar e isto gera uma nova possibilidade de a família brasileira endividada reorganizar suas finanças. Mas duvido que gere grandes aumentos do PIB, já que a dívida alta das famílias foi contratada recentemente (entre 2008/2010) e com bens de valores altos (em especial automóveis e imóveis). Primeiro terão de pagar suas dívidas para consumir mais, portanto, estamos em momento de correção de valores, baixa de venda de imóveis e automóveis, os quais têm seus preços diminuídos, à medida em que não conseguem baixar seus estoques (a queda de venda de automóvies em abirl de 2012 chegou a 15%).

No plano internacional, a troca de partidos europeus por aqueles que são contra a austeridade pode gerar uma alteração no ataque à crise finaceira internacional, com mais produção de emprego, mas ao custo de inflação maior na Europa. Isso significa que as finanças públicas podem sofrer, mas o povo sofreria menos durante este processo de reestruturação finaceiro-orçamentária dos países endividados.

De qualquer forma, não há saída para a Europa. Deverá ficar de dez a quinze anos em baixo crescimento, com baixa geração de empregos, e limpando a dívida pública por todo este período ( a não ser que haja contratação de calote da dívida como a Grécia parece poder adotar). O mesmo se diga dos EUA (com perspectivas melhores de crescimento de pib e de geração de empregos do que a Europa) e do Japão. China também prevê diminuição de ritmo de crescimento. Portanto, não há horizonte de pressão inflacionária para o Brasil vindo do exterior, ao mesmo tempo em que nosso crescimento econômico, com diminuição de relação dívida/Pib e com controle inflacionário e flutuação controlada do dólar e diminuição de juros selic e juros bancário ensejam perspectiva de continuidade de geração de empregos, renda e diminuição da diferença de renda e qualidade de vida do cidadão brasileiro em relação ao cidadão europeu, americano e japonês.

Tudo está sob controle neste momento e evoluindo positivamente para empresas nacionais e para o cidadão brasileiro, com sacrifício (ou reajuste) somente imediato da lucratividade do setor bancário. O Blog apóia toda esta configuração econômica atual.

Seguimos acompanhando.